RESOURCES ECONOMY
Insistir num conflito militar dispendioso só porque já se investiu demasiado (vidas, dinheiro, prestígio), ignorando que continuar só multiplica a perda sem garantir vitória.
O general envia mais 1.000 soldados para uma colina estratégica já irrelevante, apenas para que os 2.000 mortos anteriores "não tenham sido em vão". A honra dos caídos torna-se a armadilha que mata os vivos.
Separa a memória do cálculo estratégico. Honrar os mortos não exige sacrificar os vivos. Se o objetivo original já não é alcançável, a retirada é a única vitória racional.
"É proibido proibir a paz em nome dos que morreram na guerra."